SE NÃO CONSEGUIR COMPRAR PELO SITE, ME CHAME NO DIRECT DO INSTAGRAM SE NÃO CONSEGUIR COMPRAR PELO SITE, ME CHAME NO DIRECT DO INSTAGRAM SE NÃO CONSEGUIR COMPRAR PELO SITE, ME CHAME NO DIRECT DO INSTAGRAM SE NÃO CONSEGUIR COMPRAR PELO SITE, ME CHAME NO DIRECT DO INSTAGRAM SE NÃO CONSEGUIR COMPRAR PELO SITE, ME CHAME NO DIRECT DO INSTAGRAM SE NÃO CONSEGUIR COMPRAR PELO SITE, ME CHAME NO DIRECT DO INSTAGRAM SE NÃO CONSEGUIR COMPRAR PELO SITE, ME CHAME NO DIRECT DO INSTAGRAM SE NÃO CONSEGUIR COMPRAR PELO SITE, ME CHAME NO DIRECT DO INSTAGRAM SE NÃO CONSEGUIR COMPRAR PELO SITE, ME CHAME NO DIRECT DO INSTAGRAM SE NÃO CONSEGUIR COMPRAR PELO SITE, ME CHAME NO DIRECT DO INSTAGRAM SE NÃO CONSEGUIR COMPRAR PELO SITE, ME CHAME NO DIRECT DO INSTAGRAM SE NÃO CONSEGUIR COMPRAR PELO SITE, ME CHAME NO DIRECT DO INSTAGRAM SE NÃO CONSEGUIR COMPRAR PELO SITE, ME CHAME NO DIRECT DO INSTAGRAM SE NÃO CONSEGUIR COMPRAR PELO SITE, ME CHAME NO DIRECT DO INSTAGRAM SE NÃO CONSEGUIR COMPRAR PELO SITE, ME CHAME NO DIRECT DO INSTAGRAM SE NÃO CONSEGUIR COMPRAR PELO SITE, ME CHAME NO DIRECT DO INSTAGRAM

1

Marcelle

 

 

 

Paris, a cidade luz. A metrópole do romance, da arte e da história.

Quase todo visitante que chega aqui traz no coração o desejo de ver sua joia mais icônica: a Torre Eiffel.

Mas Paris é mais que um monumento. É um palco para apaixonados, um museu a céu aberto, o lar da enigmática La Gioconda.

Quem pisa nessas ruas busca mais do que paisagens – busca amor, histórias e memórias inesquecíveis.

Marcelle subiu os últimos degraus da estação de metrô Trocadéro, servida pelas linhas 6 e 9. Seu coração batia acelerado, impulsionado por uma mistura de expectativa e inquietação.

Ao emergir na calçada, uma rajada de vento frio cortou o ar, fazendo-a encolher-se no casaco. O céu nublado lançava uma sombra pálida sobre a cidade, um contraste gritante com os dias ensolarados de sua cidade natal. Nice. Lá, o Mediterrâneo aquecia a brisa, os fins de tarde eram dourados, e as noites, suaves e acolhedoras.

Marcelle parou por um instante, ajustando a bolsa no ombro enquanto seus olhos percorriam o movimento ao redor. A praça Trocadéro era um ponto de convergência vibrante. Executivos caminhavam apressados, turistas consultavam mapas e grupos de estudantes conversavam animadamente nas largas calçadas de pedra clara. O barulho ritmado dos carros na avenida misturava-se ao som de músicos de rua que tocavam melodias francesas sob a marquise do metrô.

Ela respirou fundo, absorvendo o ambiente. Não estava ali para passear, mas, naquele instante, sentiu que Paris a envolvia do jeito único que só a capital francesa sabia fazer.

Mas a história desta jovem, começa em Nice, no sul da França.

Nice é um verdadeiro paraíso à beira do Mediterrâneo. A quinta cidade mais populosa da França, há séculos atrai famílias abastadas de todo o mundo, especialmente da Inglaterra, que encontrou ali um refúgio dourado sob o sol do sul da Europa.

Situada a poucos quilômetros do luxuoso Principado de Mônaco, Nice se tornou sua porta de entrada, cedendo ao microestado o uso de seu aeroporto e servindo de passagem para aqueles que buscam o brilho e o requinte de Monte Carlo.

Marcelle cresceu ao norte da cidade, mas sua rotina a levava diariamente para um dos lugares mais exclusivos da região: Saint-Jean-Cap-Ferrat. Essa pequena península, que se estende sobre as águas azul-turquesa do Mediterrâneo, abriga algumas das propriedades mais cobiçadas da França. Lá, no topo de uma encosta privilegiada, encontra-se o resort onde trabalha como gerente.

A vista do hotel era um espetáculo à parte. Do alto, o mar se estendia infinito, cintilando sob o sol como um manto de safiras em movimento. A entrada do resort era um cartão-postal por si só — um jardim exuberante e meticulosamente esculpido, digno dos mais sofisticados eventos internacionais, daqueles que costumam aparecer em cenas de filmes sobre a alta sociedade.

O avô de Marcelle faleceu quando ela ainda era criança, aos dez anos. Tempo suficiente para que sua presença deixasse marcas sutis — como o leve sotaque que se misturava ao seu francês. Sua mãe e seu avô haviam chegado à França como refugiados da guerra que assolou a Croácia nos anos 90, reconstruindo suas vidas longe da terra natal.